Consciência crítica

Bem a propósito da Jornada Mundial da Juventude 2013, promovida nessa semana pela Igreja Católica e com a presença do papa Francisco no Brasil, quero falar hoje da importância da participação social e política da juventude. Vimos neste ano, a confirmação de que são os jovens que conduzem o despertar dos povos para as grandes mudanças.

O jovem tem em si a energia da vida e, com esta energia, sonha, age e movimenta multidões. Foi uma jovem estudante brasileira quem formou o primeiro grupo para organizar a primeira manifestação do País. Daí a coisa pegou, contagiou outros jovens e milhões de pessoas foram às ruas da cidades cobrarem  melhorias para o País.

Neste ano, tivemos uma das melhores edições do Parlamento Jovem na Assembleia Legislativa do Amazonas. Foi a 6a edição anual do programa. E o que nos despertou a atenção foi a maturidade dos nossos estudantes já no Ensino Médio. Embora sem conhecer a complexidade do mundo político, portaram-se com grandeza de ideias.

Fiz no encerramento um bate-papo descontraído com 40 jovens líderes estudantis de sete municípios, inclusive Manaus. Falamos da importância da formação de consciência crítica na juventude. Debatemos sobre como utilizar essa consciência crítica para promover uma democracia de qualidade. E também, como melhorar a política com novos valores.

Confesso que fiquei surpreso. Todos foram unânimes em reconhecer que só através de uma educação de qualidade é possível criar essa consequência crítica nos jovens. Não tem outro jeito. E eles próprios confirmaram isso.

Ao chegar para o programa tinham a política como uma coisa ruim para a sociedade. Ao concluir o programa, após participar de cursos e conhecer toda a sistemática parlamentar, saíram com a sua visão crítica a respeito da política e dos políticos mudada para melhor.

Eles, nas redes sociais e nas ruas, estão mostrando que sabem o que querem. E como afirma o Papa, “Cristo bota fé nos jovens”. Até a próxima semana com a graça de Deus.

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