Deu na mídia

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O Jornal Amazonas Em Tempo destacou a atuação do presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), deputado estadual Josué Neto (PSD), na edição desta segunda-feira, 13. Na entrevista publicada no periódico, Josué ressaltou que a participação das pessoas está cada vez maior na vida pública e que o legislativo está aberto para o debate.

Confira a entrevista na íntegra:

‘Assembleia está aberta ao debate de melhorias para os amazonenses’, diz Josué Neto

O presidente do parlamento estadual, deputado Josué Neto (PSD), afirmou que pretende aproximar cada vez mais a população da Aleam, para proporcionar debates com a ampla participação da sociedade.

Josué começou sua trajetória na Aleam em 2007, e foi eleito para a presidência da Assembleia Legislativa do Estado para o biênio 2015-2016. O deputado já esteve presidente da casa durante o biênio 2013-2014 e, nessa entrevista, fala sobre a tramitação de matérias importantes, a atuação do legislativo no interior e o que os cidadãos do Amazonas podem esperar da atual legislatura.

Como o senhor avalia a forma como a tramitação de matérias importantes é conduzida durante sua gestão?

Josué Neto: A participação das pessoas está cada vez maior na vida pública. As pessoas querem saber o que está acontecendo. E estamos abrindo a casa e chamando para o debate. Sempre, respeitando o posicionamento dos deputados da situação e de oposição. Durante a Reforma Administrativa, por exemplo, o parlamento trouxe as pessoas envolvidas para dentro da Assembleia. Os cientistas foram para dentro da casa. Os secretários de governos envolvidos nas pastas foram para dentro do parlamento conversar com os deputados para explicar como a reforma fará com que a vida do amazonense melhore. Essa reforma passou por todas as instâncias, foi amplamente debatida.

O que deve estar na pauta dos debates dos deputados estaduais?

Josué Neto: Cada um dos 24 deputados representa uma região do Estado, um segmento. Isso faz com que o parlamento seja o berço da democracia. Hoje, o trabalho da Assembleia tem muita força com o que acontece no interior do estado. Tem, ainda, toda cidade de Manaus onde temos serviços do executivo e os problemas acontecem todos os dias. Nós temos que estar perto dessa realidade e trazer isso para o debate enviando requerimento, apresentando indicação e conversando com o governador.

E como os deputados ouvem a população do interior? Ainda há a Assembleia Itinerante?

Josué Neto: O modelo da Assembleia Itinerante, que tem de 12 a 15 anos, ficou oneroso para a casa porque tivemos diminuição de recursos. Temos uma nova forma de trabalhar que são as audiências públicas. Por exemplo, três comissões estarão viajam para a Região da Calha do Madeira para debater temas segmentados. Esse formato é muito mais econômico e para a população é muito mais efetivo.

Com o pleito de 2014 a casa passou por uma renovação. O que esperar dessa nova legislatura?

Josué Neto: A assembleia de 2014 foi a mais vitoriosa da história do estado do amazonas. Pela primeira vez elegeu três deputados federais. Tivemos colegas que foram candidatos ao governo e tiveram boas votações. Foram reeleitos 15 colegas. O trabalho foi muito bem executado e a missão é fazer que essa legislatura seja ainda melhor. Não vou fazer comparações em respeito aos colegas, mas essa legislatura tem tudo para ser mais próxima da população. Estamos promovendo debates de alta qualidade. Nosso objetivo é fazer melhor.

Qual avaliação o senhor faz dos protestos realizados em todo o País? 

Josué Neto: Se a sociedade critica, reclama e repreende é sinal de que há algo errado no poder público. Isso não se trata de um resultado de uma eleição, como se tem colocado. A população de um modo em geral não está satisfeita com a forma como isso vem sendo conduzido.

A insatisfação nasce com os serviços públicos de qualidade ruim. Estou vendo políticos e empresários ganharem milhões de reais e a gente não tem um serviço de transporte público de qualidade. O abastecimento de água e energia elétrica, por exemplo. Isso desperta para a reflexão: os recursos que poderiam estar sendo usados para o serviço público não estão chegando, estão indo para outros destinos.

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