Josué Neto propõe a criação de espaço cultural onde funcionou a Cadeia Pública Raimundo Vidal Pessoa

Otimizar a utilização dos espaços púbicos dando nova destinação, estimulando a produção artística e a valorização cultural no Amazonas é o que pretende o deputado estadual Josué Neto, presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam). Para o parlamentar, a Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa (CPDRVP), situada na Av. Sete de Setembro, Centro, zona Sul de Manaus, que foi desativada na primeira quinzena de outubro de 2016, deve ganhar novo significado, sendo transformada em um espaço cultural no prédio da penitenciária. 

Josué Neto acredita que o prédio pode ser utilizado para outros fins e com a proposta poderá se incentivar ainda mais o gosto do povo pela cultura. “Nossa proposta é transformar o local em um grande Centro Cultural, que se chamaria ‘Casa da Cultura do Amazonas’. Como um exemplo, temos a cidade de Recife, onde a Casa de Detenção, que havia sido desativada, passou a abrir a Casa da Cultura a partir de 1976”, afirmou.

“Nosso intuito é dar aos pavilhões um novo significado. Queremos que os espaços sejam ocupados pela produção artística e cultural que tenha aulas de dança, teatro, literatura, música e artes plásticas, exposições e debates sobre artes, também com apresentações culturais. Buscando ocupar o espaço público de forma produtiva”, completou.

O local possui cinco alas que, devido a estrutura antiga, precisarão ser reformadas. O presidente ainda reforçou que o espaço será destinado para que toda a sociedade possa visitar. Além de produções artísticas, a ideia do parlamentar também é que oferecer cursos de curta duração, palestras e oficinas sobre arte e exposições.

Com o objetivo de gerar renda para os artistas da nossa região e atrair os turistas, Josué finalizou afirmando que o requerimento propõe que um dos pavilhões seja destinado a uma feira de artesanato e gastronomia, com espaço para a produção e venda de produtos. Aos turistas e visitantes em geral poderão ser oferecidas mini oficinas para o ensino de técnicas artesanais utilizadas para a produção das peças vendidas pelos artesãos.

O prédio onde funcionou a Cadeia Pública Raimundo Vidal Pessoa já funcionou como penitenciária e como centro de detenção provisória. Por determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o prédio foi desativado por causa da lotação e a falta de condições adequadas.

Foto: Willian Rezende

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